infelizmente por falta de tempo não tem sido possível traduzir as ações da campanha take back the tech por inteiro. porém, temos divulgado um resuminho pela lista do retome cada dia.
no dia 29/11, a proposta foi fazer ativismo fora da internet, para afirmar o nosso direito a sexualidade, a informação, a comunicação e a comunidade. a idéia era trazer de volta histórias e informações, que foram silenciadas em espaços virtuais, para os espaços físicos que ocupamos.
no dia 30/11, a ação foi sobre jogos. o texto explicativo preparado pela campanha falou como os jogos são importantes, como nos ajudam a aprender. que a popularidade dos jogos cresceu com as novas tecnologias de informação e comunicação. porém, muitos jogos eletrônicos, desde o seu desenvolvimento, ao seu conteúdo, às representações que nos ofrecem, entendem as relações de gênero de forma estereotipada. nos jogos, as mulheres são (hiper)sexualizadas e os homens (hiper)agressivos. então, a ação do dia nos instigou a jogar os jogos, a analisar os jogos, a imaginar e fazer nosso próprios jogos!
no dia 1/12, tivemos uma ação temática sobre hiv/aids, uma proposta de “mob” (ação coletiva, simultânea, espontánea), mandando mensagens por SMS, Twitter, IRC, fóruns, blogs, rádio, ou outros canais de comunicação para falar sobre a estigmatização do hiv/aids.
no 2/12, a ação foi sobre a música: pensar nas músicas inspiradoras que conhecemos, que falam contra a violência contra as mulheres, compartilhar por meio de plataformas web, publicar as letras no seu blog. mudar o toque do celular para uma música com letras falando em contra da violência contra as mulheres, usar um toque de celular feito pelo projeto Generation Next Young Women em Fiji. ligar para a seu programa de rádio preferido e pedir uma música que fala diretamente sobre a violência contra as mulheres. compartilhar a música que nos mesma fazemos.
no dia 3/12, a ação teve a ver justamente com idiomas, com tradução, e nos incentivou a aprender sobre o ativismo contra a violência contra as mulheres em outros países e outros idiomas, usando ferramentas de tradução como o google translate para visitar páginas web, refletir sobre a accessabilidade de páginas web (por exemplo, imagens não são traduzidos pelo google translate), fazer sugestões para que a tradução automática seja mais sensível a questões de gênero e aprender gírias para poder ter acesso a mais conhecimentos, por exemplo em países onde existe censura, para construir estratégias de busca criativas na internet.
e finalmente, hoje, 4/12, a sugestão é ler políticas de privacidade de saites antes de começar a usá-las! inventar identidades para quando fazemos o cadastro nos saites. fazer uma busca sobre nos mesmas no google para checar que tipo de informações estão disponíveis sobre nos na web e checar que ninguém está usando nossa identidade para publicar coisas na internet. ainda têm dicas de softwares e aplicações para baixar no site do take back the tech para ajudar a garantir uma experiência mais privada e
segura na internet.
