estupro de gangues cresce vertiginosamente no quênia
Todos os dias mulheres aparecem nos hospitais de Nairobi contendo a mesma história.
“Eu não consegui fugir. Fecharam minha boca e me levaram para a floresta e me estacaram ao chão” lembra uma mulher.
“Demos de me estuprarem me vendaram e me levaram para uma floresta onde me deixaram.”
Médic@s do Hospital da Mulher de Nairobi um dos centros líderes de tratamento ao estupro e violência sexual - dizem que dobrou os casos que afetam a mulher, adolescentes e crianças desde janeiro.
“Desde o começo do mês tivemso 140 casos de estupro e abuso” dissse Rahab Ngugi do Hospital.
“Vemos uma média de 4 casos por dia e agora estamos vendo entre 8 e 10.”
Quase metade dos casos na clínica são meninas de menos de 18 anos, diz Ngugi. Um caso foi de um bebê de 2 anos.
Mas isso é apenas a ponta do iceberg porque apenas uma pequena porcentagem de mulheres chega a clinica para receber tratamento depois de um atque sexual. Isso quer dizer que nao recebm remedios que poderiam por exemplo prevenir o HIV.
Os problemas no Quênia (re-)começaram em dezembro de 2007 numa eleição semi-forjada que disparou uma sério de conflitos entre tribos locais. É estimado que um quarto de um milhão de pessoas fugiram de suas casas e 85% dessas pessoas são mulheres e crinças.
“As batalhas são lutadas nos corpos das mulheres assim como nos campos de batalha.” diz Kathleen Cravero diretora da UNDP (Bureau for Crisis Prevention and Recovery). Ela tambem, diz que nao ha evidencia de que os altos niveis de violencia sexual são motivadas por conflitos etnicos ou são oportunamente criminais.
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fonte
http://news.bbc.co.uk/2/hi/africa/7204680.stm