10 Dezembro, 2007...12:58 pm

Compartilhe um número de telefone – lista “onde procurar ajuda” da campanha 16 dias

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No dia 25 de novembro a ação da campanha internacional Take back the tech/Retome a tecnologia foi um pedido para compartilhar números de telefone de serviços de apoio para sobreviventes de violência doméstica.

A campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher no Brasil tem uma lista chamada “Onde procurar ajuda“, não com telefones mas com dicas de organizações que podem ser procuradas, que reproduzimos aqui.

  • Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, criado em 2005 pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), funciona 24 horas, recebe denúncias, orienta e encaminha mulheres em situação de violência.
  • Centros de Referência de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência – são responsáveis pelo atendimento inicial às mulheres vitimadas e seu encaminhamento para os outros serviços da rede.
  • Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) – Criadas na década de 80, seu papel é investigar e tipificar crimes praticados contra as mulheres e, que têm competência para o atendimento dos casos de violência doméstica e familiar contra as mulheres atendidos pela Lei Maria da Penha, que vai estabelecer uma série de providências a serem tomadas já na delegacia de polícia visando à garantia da integridade física e psicológica da mulher.
  • Delegacias comuns – São responsáveis pela instauração dos inquéritos policias nos locais onde não existem delegacias especializadas ou nos horários em que as especializadas não atendem.
  • Unidades Móveis da Polícia Militar – Atendem casos emergenciais e encaminham as vítimas para as delegacias de polícia.
  • Casa Abrigo – Nas situações de risco, quando a mulher vitimada não tem onde ficar protegida, as Casas Abrigo oferecem moradia e atendimento integral até o momento em que possam retomar o curso de sua vida.
  • Defensoria Pública – A Lei Maria da Penha garante às mulheres em situação de violência o direito de estarem acompanhadas de advogada/o em audiência no Juizado. A Defensoria é responsável pela prestação da assistência jurídica gratuita para as mulheres vitimadas que não têm como pagar um advogado particular.
  • OAB – Na maioria dos estados, a Ordem dos Advogados do Brasil presta serviço de assistência judiciária gratuita.
  • Serviço de assistência judiciária gratuita das Universidades – As faculdades de direito costumam oferecer assistência judiciária gratuita para as pessoas que não podem arcar com tal despesa.
  • Serviços de saúde – A Lei Maria da Penha admite laudos ou prontuários médicos dos serviços de saúde como prova. Para a violência sexual, além do atendimento de emergência às vítimas, existem ainda os serviços de aborto legal, em caso de gravidez decorrente da violência.
  • Centros de referência, SOS Mulher e ONGs – Criados no início da década de 80, os centros de referência realizam atendimento multidisciplinar (jurídico, social e psicológico) às mulheres vitimadas. Muitas ONGs também assistem as mulheres vítimas de violência, prestando atendimento jurídico, social e psicológico.
  • Conselhos e Coordenadorias – Os Estados e os Municípios têm criado diversos Conselhos de Defesa dos Direitos da Mulher em todo o Brasil, responsáveis pela implementação das políticas públicas voltadas ao combate da violência e discriminação contra as mulheres. Em situações de violência, estes órgãos orientam e indicam às mulheres onde buscar ajuda.
  • Ouvidorias e Corregedorias – Órgãos responsáveis pelo monitoramento e fiscalização dos serviços públicos. Podem ser acionadas em casos de violência institucional, quando o/a servidor/a responsável não efetiva o devido atendimento.

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4 Comentários

  • meuu DEUS existem homens na face desta terra precisando de oraçao é cada coisa absurda misericordia peçam A DEUS por eles ta obrigado

  • julia maria barbosa da costa

    queria saber como seria a situaçao de uma mulher gravida que teve um namorado so que esse namorado nao da assistencia alguma a mesma,se eu poderia colocar ele na justiça pra pelo menos garantir o direito da criança de receber alguma pensao futuramente desde ja agradeço a atençao

    • Procure orietação a um advogado e ele lhe informará todos os passos a ser tomado. Se esse individuo não arcar com suas resposabilidades,a justiça fará, ou ele vai pro xilindro.


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